quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Frazoeira lança "Alerta vermelho" para a saúde

ALERTA VERMELHO

Correm rumores que os Dirigentes dos Serviços de Saúde do qual depende esta Extensão se preparam para a muito curto prazo reduzir este serviço ao mínimo sem médico de família e até sem enfermagem, ficando o caminho aberto para a agonia final, se isso vier a acontecer sem que os nossos Autarcas se manifestem com toda a força. Será um crime irreversível pois o interesse é que vá tudo para a Sede do Concelho, não olhando a meios, pois a população será muito mais sacrificada, sem recursos e meios para a deslocação.


Os Digníssimos Directores sabem muito bem como sempre funcionou esta Extensão até 31/07/2015, conhecem as estatísticas, sabem que temos 1700 utentes e possibilidade de mais inscrições, algo que não tem sido permitido e já sabemos o motivo. Os censos de 2011 apontam 1940 cidadãos nas Freguesias que esta Extensão abrange, uma Extensão que possui muito boas instalações e gratuitamente cedidas, bons acessos, Farmácia local. Que mais condições poderão ser facultadas para que impere o bom senso por parte de quem decide?

Já fiz vários alertas e exposições às diversas Entidades de Saúde, a última direccionada ao Sr. Ministro da Saúde, a qual vou agora divulgar para conhecimento de toda a população abrangida por esta Extensão. É a força da razão e a verdade que nos move, baseada em todo o historial desde 1894.

Peço a todos que se dirijam às respectivas Juntas de Freguesia e apresentem as vossas reclamações, pois vão ter que ser tomadas medidas para contrariar este crime que é tirar um direito básico às pessoas, na sua maioria idosos. Os cuidados de saúde primários têm que funcionar próximo das pessoas e é isso que todos juntos devemos exigir, a par com o que acontece noutras Extensões do Concelho. Ou seremos nós Munícipes de segunda?
Não podem continuar a ignorar 1700 utentes que aguardam médico de família a tempo inteiro desde Agosto de 2015!

Manuel dos Santos Nunes.

Frazoeira, 20 de Fevereiro de 2016.

Neste link pode consultar a carta enviada ao Ministro da Saúde.