sexta-feira, 31 de maio de 2013

Porquê Pias e Paio Mendes?

Tem-se discutido no facebook porque é que Paio Mendes e Pias ficaram de fora da 1ª fase?
São sempre os mesmos...dizem...
A resposta à não inclusão da empresa Fibroglogal  na instalação de fibra ótica nestas duas freguesias, pode estar não no "P" do nome da freguesia, mas no "P" de População.
Foi esse também o motivo alegado para a junção destas freguesias com outras.
Durante muitos anos as localidades foram perdendo população e não foram suficientemente atrativas para fixarem novos residentes.
Mas há que olhar em frente e tentar mudar este rumo tirando partido da nova realidade que se aproxima.

PIAS:
Tem como se viu há poucos dias num passeio pela freguesia locais de excelência quer ao nível arquitetónico, e uma beleza natural sem igual.
Muitos ficaram espantados com estas imagens:


Se calhar este local pode vir a ser uma piscina fluvial, como há por aí tantas na nossa Região do Zêzere.

Porque podemos aprender os bons exemplos aqui relato o do Parque de São Lourenço em Abrantes, que poderia ser instalado em qualquer ponto do nosso concelho.
De um vulgar pinhal com um vulgar ribeiro fez-se isto:



Um agradável local de convívio e de lazer com restaurante, parque infantil, churrasqueiras livres e do ribeiro fez-se um grande lago com patos e peixes. 

Pias pode agora tirar partido da junção com Areias e desenvolver o que sempre foi famoso, o seu QUEIJO.
A união faz a força. 
Pode aproveitar a recente classificação da GRUTA de Avecasta e juntos desenvolverem saudavelmente a região.
Está a poucos metros da autoestrada...
Pode ainda fazer as pazes com a sua Igreja de Santa Maria das Arenas, feita quando ainda era Vila.
Tem etnografia, tem boa gente, tem ainda um longo futuro.

PAIO MENDES
Pode aproveitar também agora a oportunidade de se juntar de novo a Dornes como já aconteceu no século 16.
Tem também ribeiras, um grande rio desaproveitado, património histórico e beleza natural sem igual que pode também aproveitar.
No Lagar de São Guilherme também espera melhor sorte. Uma praia fluvial ficava muito bem.
A sua gastronomia, o turismo rural, e principalmente o TURISMO RELIGIOSO.
Há que tirar proveito do belíssimo Santuário de Nossa Senhora do Pranto, oferecer melhor condições aos milhares de peregrinos que a ele recorrem.
Do rio pode vir a maior riqueza. 
Pode-se também tirar partido das instituições existentes ao nível da música, da saúde e protecção de menores e dos solares senhoriais existentes. 
Força Paio Mendes.